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El Empleo / The Employment from opusBou on Vimeo.

opusbou.com.ar

Cortometraje de animación / animated short film

Dirección / Direction: Santiago ‘Bou’ Grasso
Idea: Patricio Plaza
Animación / Animation: Santiago ‘Bou’ Grasso / Patricio Plaza
Diseño de títulos / Titles design: Natalia Acosta
Productora / Production company: Opusbou

facebook.com/opusBou
facebook.com/El.Empleo.Opusbou

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Te amo, Petenino ^^

Te amo, Petenino ^^

(Fonte: facebook.com)

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Fotógrafa cria movimento que incentiva o amor próprio

“Nossos corpos vão passar por muitas mudanças em nossas vidas. Nossos corpos mudam com o envelhecimento, gravidez, doença, perda de peso, ganho de peso, a lista continua. Uma coisa que devemos fazer é aprender a amar os nossos corpos antes, durante e depois”, disse ela.

Tô tentando deixar meus preconceitos de lado…

comigo, com os outros…

#everyBODYisbeautiful

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(Fonte: facebook.com)

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EU SOU UMA FRIGIDEIRA! completou 3 anos hoje!

EU SOU UMA FRIGIDEIRA! completou 3 anos hoje!

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Vacilão - Emicida

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Magrela e toda sua elegância matinal  ;) (em Super Quadra 19)

Magrela e toda sua elegância matinal ;) (em Super Quadra 19)

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Sobre resolver… Dormi!

Me vejo naqueles momentos onde se quer tudo e não se quer nada.

Vejo fotos do passado e desejo quase tudo que já tive, peso, corte de cabelo e principalmente DESPREOCUPAÇÃO.

Parece que o futuro não existe e que as coisas devem ser feitas pra já, quiçá até pra ontem.

É difícil compreender o porquê de algumas coisas serem tão fáceis pra muita gente. Mais difícil ainda é perceber que pra mim também tá fácil.

Medo. Tenho muito medo, creio que seja algo até patológico, mas quem diz que tenho coragem de descobrir se é ou não.

O medo é tanto que prefiro ficar com a dúvida.

Daí a dúvida toma conta. Vou, não vou. Faço, não faço. Ligo, não ligo. SOU, NÃO SOU!

Assim as oportunidades, se é que elas existem, vão indo e o sentimento de incapacidade toma conta do espaço que poderia ser de muitas coisas, de muitos momentos felizes e de crescimento pessoal, logo CRESCIMENTO conjunto.

Isso tudo faz com que eu sufoque as pessoas que amo. Acabo cobrando do outro o que não faço por mim.

Vou te contar, É TRISTE!

E é bem complicado e complicado e medo não se dão muito bem.

Então, durmo e assim acredito resolver ou dar um fim a tudo.

Dormi…

Bárbara Dourado, sobre medo ou sobre coragem.

28.12.2013


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Padre Alfredo

O padre Alfredo estava ficando velho. Todos na paróquia concordavam: era triste, mas o padre Alfredo precisava se aposentar. Durante anos ele servira a comunidade com dedicação e sabedoria. Mas seu tempo estava acabando. Era bonito vê-lo batizando netos de gente que ele também batizara, mas era constrangedor vê-lo se confundindo e derramando a água benta na cabeça do avô em vez do neto. E comentava-se que suas aulas de catecismo também tinham se tornado confusas. Por alguma razão, ele insistia que o pai de Jesus não se chamava José, mas Clóvis. O primeiro sinal de que o padre Alfredo deveria ser substituído foi na inauguração do microfone, na missa. Ele resistira o quanto pudera, mas finalmente fora convencido a aceitar a novidade. Todos os padres estavam usando microfones durante o serviço religioso. Alguns traziam o microfone preso no peito, para ficarem com as mãos livres. Quando empunhou o microfone pela primeira vez, o padre Alfredo examinou-o em silêncio por alguns minutos e depois levou-o à boca e começou a cantar um bolero. O que mais espantou os fiéis foi o padre Alfredo saber toda a letra de Tu me acostumbraste. O padre Alfredo dormia durante as confissões. Só acordava quando o penitente, estranhando o silêncio do outro lado do gradil, falava mais alto. — E então, padre? — Ahn? — Qual é a penitência? — Penitência? — Pelos meus pecados. — Dezessete ave-marias e vinte e nove padre-nossos. — Mas padre, não houve penetração. — Não interessa. — O senhor nem ouviu os pecados! — Mais trinta salve-rainhas pela insolência. E corta os doces por um mês. Mas o que levou membros da comunidade a pedir a interdição do padre Alfredo foi seu comportamento na cerimônia de casamento do Agenor e da Maria Estela. Igreja lotada. Autoridades presentes. Grande pompa. O organista tocando seleções de Lloyd-Webber. Entre aias, padrinhos, madrinhas e parentes, mais de cinquenta pessoas no altar. E o padre Alfredo, que aderira ao microfone preso no peito, perfilado no seu lugar, com os olhos fechados. Tensão na igreja. Num casamento recente, o padre Alfredo lançara-se numa longa dissertação sobre o significado da união entre o homem e a mulher, começando com Adão e Eva, passando por Clóvis e Maria e chegando aos nossos dias, com o sacramento tão desprestigiado, e tanta gente vivendo junta sem benefício de matrimônio. E terminara pedindo à congregação uma salva de palmas para o casal à sua frente, que decidira se casar na igreja. Ele mesmo liderara o aplauso,
como um chefe de torcida. O que o padre Alfredo iria aprontar agora? O padre Alfredo custou a começar a cerimônia. O pai da noiva já se preparava para cutucá-lo, temendo que o padre estivesse dormindo em pé, quando ele abriu os olhos, sorriu para os noivos, e perguntou: — Vocês têm certeza? Noivo e noiva se entreolharam. O padre continuou: — Vocês sabem o que estão fazendo? O Agenor se sentiu na obrigação de responder. — Sim, padre. — Já pensaram no que vem por aí? Uma vida inteira, juntos? As brigas, às vezes por mesquinharia? O ciuminho? Os sogros se metendo? As diferenças: filme de pancadaria ou filme romântico? Luz acesa para um ler quando o outro quer dormir? Um não podendo viver sem ar refrigerado, apesar da rinite do outro? Já pensaram? E um murmúrio de perplexidade percorreu a plateia quando o padre Alfredo acrescentou: — E ainda por cima tem os filhos. Outra incomodação. O padre retirou-se do altar com um abano, aconselhando os noivos: — Pensem melhor, pensem melhor… Não havia dúvidas. O padre Alfredo precisava se aposentar.

Diálogos Impossíveis - Luis Fernando Verissimo

(Fonte: soufrigideira)


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Potricentrismo e neologismos do amor….

POTRESKO,

As palavras podem ser soltas e soltas querem não estar só.

É assim com corpos. São únicos e vivem solitários. Todos à espera, à procura de uma união.

É assim com ALMAS. Elas, mais do que corpos, são singulares. Não sozinhas. Pertenceram e pertencerão a outras moradas. Mesmo assim, aprendem muito mais no encontro da sua completude.

Meu outro amor, nosso outro lado.

É como um eterno quebra-cabeça que quando as partes se encontram tudo há de se entender.

É assim entre você e eu. Nós!

POTRICENTRISMO à flor da pele. Movimento de viver.

Nossos corpos e nossas almas se unem para assim dominarmos nossos mundos.

Só existe “nós” e “nós” somos exemplos pra “outros” pares.

Imaginamos.

Corpos, almas e outras palavras, pois “nós”, meu peteno potro, “NÓS” AMAMOS NEOLOGISMOS DO AMOR!

Bárbara Dourado, sobre conversas no banho, “nós” igual a você e eu ou não.

17 de Outubro de 2013.


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Asleep tocando ao fundo…

Uma leitura que me arranca sorrisos tímidos de canto, sorrisos de identificação, de um livro por indicação.

Um texto romântico.

Cartas para alguém contavam os sentimentos mais íntimos e mais inocentes que se poderia ter.

Era sua vida, seus sentimentos em palavras.

Emocionei-me enquanto imaginava tudo perfeitamente com a mesma emoção de quem escrevia.

É! Foi assim que me flagrei com os pensamentos em você.

As emoções do que lia se transformaram na lembrança do que tenho comigo.

Meu amor, meu peteno!

É que tudo nessa vida me faz lembrar você.

É grande, intenso e me parece tão eterno, tão infinito.

Às vezes, muitas vezes, creio que tudo isso que sinto, eu já senti algum dia, por um alguém que com certeza era você em outros corpos.

Não consigo acreditar que isso seja só presente.

Quero que isso seja uma relação de passado, de agora e de PRA SEMPRE.

Vejo seus olhos preocupados e tristes em tudo e nesses momentos meu coração aperta.

É difícil explicar, nunca consigo achar palavras pra descrever com veracidade e com a veemência que esses momentos possuem.

Mas é como se algo que fica no meio do meu peito se enchesse e ficasse procurando um canal para sair.

Canal lacrimal, nem sei se é esse o nome…

E nem me importo, só queria ter certeza que eu me fiz entender.

Gostaria de ter certeza sobre tudo o que nos envolve, e quanto mais penso nisso mais me deixo levar pela triste melodia no repeat…

"Cante pra eu dormir" e NÃO ME DEIXE SOZINHA.

NUNCA!

Bárbara Dourado, sobre suas leituras, amor, melodias ou não.

Cidade Ocidental, 10 de outubro de 2013.